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Well,...

Domingo, 26.06.11

Quando tiver tempo coloco aqui a compilação dos estranhos blogs, aqueles que por ai andei a espalhar xD

Afinal, QB uma vez, para sempre QB =P

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publicado por qb às 14:20

aiiiiiiii... TU...AGAIN!!!!

Quinta-feira, 23.06.11

Sou uma confusão. Já não sei nada. A noite de ontem marcou-me. É possível gostarmos de alguém que nem conhecemos? Que nunca mais vamos ver? Com quem trocamos meras palavras de simpátia? Mesmo que uma noite inteira, mas apenas por companheirismo... Será possível, que tu que antes eras tanto, sejas agora nada? Será possível que eu não passe de uma miuda mimada habituada a tudo e que agora apenas contempla o nada? Será possivel que tudo o que tomei como certo tenha desaparecido? Será que tu, que simplesmente foste simpatico, reparaste em mim? Será que gostaste de me conhecer? Será possivel que eu me sinta a morrer por dentro e que apenas pense na forma como foste simpático? Isto é o que acontece quando as pessoas simpáticas se tornam raras, e eu me esqueço de quem sempre disse que era e do que sempre refutei e apaguei de mim...

 

in Eu...

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publicado por qb às 18:35

Tu...

Quinta-feira, 23.06.11

Ele foi simpático... e eu sou precipitada... Provavelmente apanhou uma seca, ou nem o meu nome sabe. O mais certo é nunca mais o ver. Mas foi simpático. Gostei dele. Gostava que ele fosse um amigo, e não um mero acaso. Nunca mais te vou ver, pois não?

 

in Eu...

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publicado por qb às 18:28

Amigo

Sexta-feira, 17.06.11

Queria dizer que estou chateada, que sinto raiva de ti, que te odeio. Mas não consigo. Não o sinto. Sinto-me confusa, sem saber de quem é a culpa. Não sei se foste tu que mudaste... que deixaste de ser o amigo compreensivo que esta sempre ali ou se fui eu. Se fui eu que te virei as costas, que desisti, que saltei fora do barco. Até agora recusei-me a ver isso. Acusei-te, culpei-te do fracasso da nossa amizade. Chamei-te infantil, mimado, indeciso, parvo até. Afastei-te. Recusei as tuas tentativas de revolver as coisas. Apaguei-te de mim. Deixei de ouvir a chuva, ver a lua ou olhar o rio. Concentrei-me em problemas que nem o chegam a ser. Arranquei-te da minha vida como se fosses nada, quando eras muito. E mudei... sucumbi a todas aquelas regras e todo aquele '' moralmente/ socialmente aceite''. Apaguei-te a ti... e com isso apaguei-me a mim mesma. Desculpa. 

 

in Eu...

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publicado por qb às 10:39

Escrever

Segunda-feira, 13.06.11

Tento escrever. As palavras alinham-se no meu ecrã. Deviam dizer o que isto é, mas simplesmente não conseguem. As palavras são palavras... são letras... ideias, talvez. Mas não são sentimentos, não são emoções, não são lágrimas nem sorrisos. Não... não são o meu coração, o teu ou de alguém. Ainda se fossem o de ninguém, mas a isso não se querem elas resumir. Não! As palavras não se resumem. Resumir é matar a beleza, apagar a paixão, esquecer o amor. As palavras multiplicam-se no turbilhão de ideias que me atropela, me assusta e me repele. Mas nunca! nunca se resumem... talvez se esqueçam, ou não sejam apenas recordadas. Mas resumidas é que não são. A paixão não escolhe atalhos, enfrentar a dor, esquece o amor, carregas os sorrisos e apaga as lágrimas... 

 

in Eu...

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publicado por qb às 21:31

Mudança...

Quarta-feira, 08.06.11

As ideias surgem desordenadas em mim. Sinto-as a passar, todas, rápidas e sem paragem prevista. Consomem-me. Criam fraísca. O medo da fricção entre o antigo e o novo misturam-se numa incerteza a que só posso chamar eu. Sim. Tudo isto sou eu, sempre fui. Incerta, perigosa. Sim. Perigosa, não inconsciente. Penso sem pensar. Tenho por certas um conjunto de incertezas sobre as quais todas as noite a Lua chora e todas as manhãs o Sol me acorda. Os olhos que espelham a minha alma são azuis, como um infinito oceano onde a terra se perde, num ponto castanho invísivel a todos, a mim mesma até. Um azul forte, revolto e irreverente. Um azul que luta... que consome a terra, a faz sua, esconde e destroi. Nesse pequeno ponto castanho a minha alma enterra o medo. Mas a terra cresce... cresce mais e consome ela agora o oceano. Perco-me em dúvidas, medos, tristeza... Perco-me em mim como se de um Universo infinito se tratasse. Oh... Infinito num olhar finito, leve e doloroso. É ai que tudo se perde, tudo se cria e tudo se transforma. Num olhar...num gesto... num tudo que é nada. Se a vida fosse simplesmente a vida limitar-me-ia a chamar-lhe vida... Mas não... é tão unicamente minha que a trato com a mesma familariedade com que se trata o irmão, com o mesmo respeito pelo erro e o mesmo perdão com que trataria uma pessoa, com a mesma alegria que se trata um amigo. Oh vida, trata-me tu também como se de uma velha, ou então apenas nova (que não haja tempo para a desilusão nem o perdão) amiga, uma a quem dês o ombro para chorar e o tempo para rir. Mas dá-me apenas o tempo para conhecer, descobrir e viver...ser feliz e sorrir. O ombro, esse podes guardar com toda a dor e sofrimento que em ti carregas.

Escrevo sem saber para quem escrevo. Escrevo apenas porque os problemas quando em letras são mais pequenos que em mim. Escrevo apenas porque não sei dizer, não sei mostrar... porque simplesmente não sei. 

 

in Eu...

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publicado por qb às 20:44

Medo

Sexta-feira, 03.06.11

Tenho medo. Um medo que me consome, que me destroi, que me apaga. Um medo que não deixa avançar. Tenho simplesmente medo. Um medo racional, justificado e aumentado por vós que deveis ser meus amigos. Não vós que me lês, mas aqueles que me abraçam, me olham os olhos tristes, os lábios tremulos e que me deviam dizer '' vais correr tudo bem''... aqueles que em lugar de consolo me dizem ''tens o meu apoio, mas não te esqueças que...'' Pois bem meus amigos, o medo, esse grande senhor, não me vergará. Sei onde quero ir, sei onde irei e não me irei conformar. As lágrimas que descem as faces são apenas pequenas gotas de medo que de mim expulso, e não a dúvida da minha decisão. Dessa dúvidei quando vos amei mais a vós que a mim. Oh que amor esse que me cegou, que vos deu todo o meu ser. Oh meus queridos amo-vos tanto como outrora, estou agora apenas mais cientes de quem sou e de quem quero ser. E a vocês amo... adoro... e guardo em mim. São muito para mim, mas a minha razão para viver sou eu... sou tão egoístamente eu, como sempre deveria ter sido. Amizade é partilha, mas mais do que isso é compreensão. Ai que cansativa ideia de amizade esta que ultrapassa a simples expressão '' tens o meu apoio''. Não! Não quero que o digam, quero que o sintam. Não quero que calem os vossos argumentos emotivistas, quero antes que compreendam os meus. Só peço... agora só peço. Mas terão e sempre tiveram a mesma compreensão, a mesma submissão à minha vontade que tenho à vossa. Por isso não sorriam, não chorem nem critiquem, oiçam apenas...

 

in Eu...

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publicado por qb às 21:03

Eu

Sexta-feira, 03.06.11

Bem...

Mal...

Sempre...

Nunca...

Tudo...

Nada...

O que significa isto afinal?

São os limites que a nós impomos. São o medo que temos do desconhecido. A ambição morta. O conformismo que sobrevive e sobeja em nós. É aquilo que a alma recusa aos 17, mas aceita aos 30. É o calar do coração. É o matar da mente. É a pura submissão. É um coexistir com a nossa morte, sem que dela nos apercebamos. É o lamentar dos lábios. É a dor do que vive aqui... aqui onde acaba o mundo e começa o eu. É aquilo que respeitamos sem nos respeitarmos a nós. É está tão fácil existência quem que as palavras valem mais que a vontade, o sonho e a essência... São palavras com mais força que qualquer deus. É... tanto sendo tão pouco.

Tento... tento com tanta força. Mas também em mim estes limites estão escritos... cravados. Tento tira-los... arrancá-los como se lâminas se tratassem. Enchem-se-me as mão de sangue. Um sangue quente, vermelho, fervilhante. Um sangue que corre por mais. Os meus olhos brilham. Pedem a escuridão. Pedem o imprevisto, o desconhecido, o novo. Os meus lábios soltam suspiros de esperança. E eu sobrevivo mais um dia por cada lâmina que de mim expulso. Sinto o chão frio sob os pés escaldantes. Sinto a cabeça flamejante. Sinto! E anseio pelo dia em que todo este sangue possa fervilhar em mim sem que as frias lâminas o expulsem de mim, o arrefeçam e me destruam. Anseio pelo dia em que os meus sonhos serão vividos... em que os meus olhos brilharam mais ainda e os meus lábios não supirarão. 

 

in Eu...

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publicado por qb às 20:32

o cinzento do céu

Sexta-feira, 03.06.11

As mãos parecem arrastar-se sob o teclado como se a vontade e a força se tivessem unido numa louca necessidade de fuga. Os olhos fecham-se. É como se por momentos o mundo parasse e tudo fizesse sentido. É como se soubesse a resposta a todas as perguntas que se impõem. É como se simplesmente o mundo fosse só o mundo. Um surdo grito de dor solta-se entre os trovões que la fora acordam a noite. É como o aproximar de uma morte viva. É como se toda a dor residisse apenas ali, naquele grito, naquele nada. Num fim trágico o último dos suspiros liberta-se, uma dor aguda trespassa o peito. O ar sai tão violentamente que perde a coragem de entrar... As faces rosadas tornam-se brancas, cor de cal. Os olhos de um amargo azul apagam-se. Os doces lábios perdem-se no inicio do fim. A música paira no ar. Espalha-se pelo corpo já dormente... E sem esperança os dedos deixam-se cair no velho teclado.

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publicado por qb às 14:48

...

Sábado, 07.05.11

Não sei.

 

in Carpe Diem

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publicado por qb às 20:46





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